Transplante de Medula Óssea
Classificação dos transplantes

São quatro os tipos de transplantes de medula óssea: alogênico, singênico, autotransplante e transplante de cordão umbilical.

Classificação do transplante de medula óssea

  1. Alogênico  ( aparentado e não aparentado)
  2. Singênico
  3. Cordão umbilical
  4. AUTOtransplante (denominado transplante autólogo ou autogênico)

No TMO alogênico, o paciente recebe a medula óssea de uma outra pessoa, que pode ser seu irmão, pais, avós, primos ou outro parente ( doador aparentado) ou   de um doador desconhecido, não aparentado do paciente, que foi encontrado no banco de doadores nacional ( REDOME) ou no banco internacional (NMDP – National marrow donor program) ou ainda, no banco de cordão umbilical. Vale a pena ressaltar, que para ser doador de medula óssea , a pessoa deverá estar bem de saúde e ainda ser compatível com o paciente no sistema HLA. O grau de compatibilidade no sistema HLA é crucial para o bom resultado do TMO.

O transplante singênico é aquele onde o doador é o irmão gêmeo do paciente, gêmeos idênticos, da mesma placenta.

No caso do transplante de cordão umbilical, onde o paciente recebe as células para transplante oriundas de um cordão umbilical, também é crucial para o resultado que o cordão apresente compatibilidade no HLA com o paciente.

E, por último, o AUTOtransplante, também conhecido por transplante autólogo ou autogênico, ou autoplástico, é aquele onde o paciente possui uma determinada condição de doença, onde ele próprio pode ser seu doador, isto é, o paciente doa medula para ele mesmo. Neste caso, é fundamental que a medula óssea não esteja com doença, pois se tiver, inviabiliza o procedimento.